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sábado, 15 de junho de 2019

EM MEMORIA DE RHUAM MAYCON

 EM MEMORIA DE RHUAM MAYCON ( UM INOCENTE MORTO)

 Em um pais em que o STF, promulga as leis, sem verificar as consequências em que isso trará ao país. Antes fosse em defesa de milhares de inocentes que são mortos todos os dias (como o caso do Rhuam) e isso nada interessa as grandes redes de comunicações, pois, não se trata de noticia de grande vulto, no entanto, vazamentos de informações de conversas raqueadas sem procendencia e por invasores criminosos e divulgadas amplamente em sites controversos de noticias, em que as mídias televisivas cansam os ouvintes toda hora com palavras distorcidas e enfatizado um caso em foi julgado e processado em 2ª instancia, em defesa de condenados por roubos de milhões em divisas da população mais pobre onde muitos morreram em filas de hospitais e um condenado desse se diz inocente, no minimo seria crime de prevaricação em outros aspectos as ideologias defendidas por bandeiras partidarias.

ANTES DE CRIAR LEIS QUE BENEFICIE A MINORIA O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DEVERIA SE INTEIRAR DE NOTICIAS COMO ESSA.

Segundo informações do site Televisa News, um garoto de 7 anos foi assassinado por um casal de mulheres homossexuais em Juventino Rosas, em Guanajuato, no México, por não aceitar se vestir como menina.
O caso aconteceu em março deste ano. Karol Ramón era constantemente maltratado pela mãe e pela parceira, mas levou uma surra brutal quando se recusou a usar roupas femininas.
Foram encontrados ferimentos profundos no estômago e na cabeça do menino. A mãe da criança, chamada Margarita, levou a vítima ao hospital após a surra, mas ele já chegou morto.
Segundo as investigações que ocorreram com a ajuda dos vizinhos, o garoto apanhava constantemente de cinto, chicote, martelo e cadeira, e cadeira, e chegou a passar vários dias sem comer. O juiz  determinou que a mãe passará pelo menos quatro meses em prisão preventiva acusada de homicídio, e a polícia procura pela parceira, que está foragida.

 NO BRASIL O CASO DO RHUAM

O resultado do laudo cadavérico detalha a crueldade inacreditável com que o garoto Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, foi assassinado por um casal de lésbicas, em Samambaia, perto de Brasília.
De acordo com a Polícia Civil, Rhuan levou uma facada no peito enquanto dormia. Assustado, o garoto ainda se levantou e ficou ajoelhado ao lado da cama, onde levou mais 11 golpes desferidos por Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, sua própria mãe, no dia 31 de maio.
O laudo apontou ainda que, quando a cabeça de Rhuan foi arrancada, os sinais vitais do menino ainda estavam presentes.
Segundo as autoridades, enquanto a mãe começava a esquartejar o corpo, a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28 anos, acendia a churrasqueira. A ideia das criminosas era assar as partes do corpo, fazendo com que a carne se desprendesse dos ossos.
De acordo com o médico-legista Christopher Diego Beraldi Martins, a mãe retirou toda a pele do rosto da criança, que seria colocada na churrasqueira e jogada em um vaso sanitário.
Para tornar o corpo ainda mais irreconhecível, a própria mãe também tentou retirar, com a faca, os globos oculares de Rhuan, informa o site Metrópoles.
Após tentar assar o corpo do menino, as mulheres desistiram ao perceberem que a carne não desprendia dos ossos como elas esperavam. Resolveram então dividir as partes do corpo em duas mochilas infantis.
Em 2015, aos 5 anos, o garoto foi separado do pai após o casal de lésbicas fugir com a criança. A mãe também confessou à polícia ter decepado o pênis do menino há cerca de um ano, alegando que a criança seria transgênero.

Alô politicos! Cadê  as leis....

sábado, 2 de março de 2019

UM DOS SÍMBOLOS NACIONAL "O HINO" A POLÊMICA HOJE.

      HINO NACIONAL   

O Hino Nacional Brasileiro é um dos quatro símbolos oficiais da República Federativa do Brasil, conforme estabelece o art. 13, § 1.º, da Constituição do Brasil. Os outros símbolos da República são a bandeira nacional, as armas nacionais e o selo nacional. Tem letra de Joaquim Osório Duque-Estrada (1870 - 1927) e música de Francisco Manuel da Silva (1795 - 1865).
A letra e o ritmo sofreram algumas alterações ao longo de sua história, e teve sua primeira gravação em disco efetuada em 1917.



      A composição de Francisco Manoel da Silva foi feita quando da Abdicação de Pedro I do Brasil, a 7 de abril de 1831, tendo sua primeira execução no dia 14 daquele mês, no Teatro São Pedro do Rio de Janeiro; a 3 de maio daquele ano, com a instalação das Câmaras Legislativas, voltou a ser executado junto à apresentação de um drama intitulado "O dia de júbilo para os amantes da liberdade" ou "A queda do tirano".

     Um concurso realizado em 1909 escolheu a letra que deveria acompanhar a composição já aceita como a oficial do Hino; perfeccionista, Duque-Estrada efetuou daquele ano até sua oficialização em 1922, alterações em nove passagens sobre a versão inicial.
    A letra ainda assim não fora objeto de consenso, sendo alvo de grandes debates na imprensa e no parlamento, de forma que sua oficialização se deu de forma apressada, a fim de a sua execução pudesse se dar na comemoração do primeiro centenário da Independência, em setembro de 1922.

    A propriedade plena e definitiva da letra foi adquirida em 21 de agosto de 1922 pela União por 5:000$ (cinco contos de réis) pelo decreto n.º 4.559 expedido pelo então presidente Epitácio Pessoa.

  
    Em 1917 o cantor Vicente Celestino foi quem primeiro gravou o Hino Nacional, tendo por acompanhamento a Banda do Batalhão Naval e, nas passagens de refrão, também por um coro; esta versão, em si bemol, deu um tom de difícil interpretação pelas pessoas; a Banda deu andamento mais lento e solene nas passagens do cantor, enquanto mantinha o estilo tradicional (mais rápido e vibrante) apenas durante os refrões - o que veio a motivar apreciação oficial por uma comissão de reavaliação do Hino em 1936 e, durante algum tempo, insatisfação por parte das bandas militares da época; a despeito disso essa versão foi oficializada em 1922.

De acordo com o Capítulo V da Lei 5.700 (01/09/1971)], a Lei dos Símbolos Nacionais do Brasil, durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio. Civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações. Além disso, é vedada qualquer outra forma de saudação (gestual ou vocal como, por exemplo, aplausos, gritos de ordem ou manifestações ostensivas do gênero, sendo estas desrespeitosas ou não).
Segundo a Seção II da mesma lei, execuções simplesmente instrumentais devem ser tocadas sem repetição e execuções vocais devem sempre apresentar as duas partes do poema cantadas em uníssono. Portanto, em caso de execução instrumental prevista no cerimonial, não se deve acompanhar a execução cantando, deve-se manter, conforme descrito acima, silêncio.
Em caso de cerimônia em que se tenha que executar um hino nacional estrangeiro, este deve, por cortesia, preceder o Hino Nacional Brasileiro.

Execução semanal em escolas de ensino fundamental

Em 2009 o Congresso Nacional aprovou e foi sancionada a lei 12.031 que incluiu o parágrafo único no artigo 39 da Lei dos Símbolos Nacionais, tornando obrigatória a execução do Hino Nacional, uma vez por semana, nos estabelecimentos públicos e privados de ensino fundamental.



Fonte: wikipedia brasil
   


sábado, 26 de janeiro de 2019

EXTRA! EXTRA!

-NOTÍCIAS DE ÚLTIMA HORA!

"-VEJA AS IMAGENS QUE COMPROVAM O QUE VOCÊ 
JÁ TINHA CERTEZA"...

ERA SÓ AMIZADE....

PERCEBAM ISSO, MUITO SUSPEITO, QUAL A INTENÇÃO?
ISSO NÃO TEM COMO NEGAR.....



OLHA OS AMIGOS MAIS CHEGADOS....

DELE...



 O JORNALISMO INVESTIGATIVO NÃO MENTE...




 FONTE: AUTOR DESCONHECIDO: WHATSAPP.