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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

MANOBRA OFENSIVA DA 16ª BRIGADA DE INFANTARIA DE SELVA

INÍCIO DA MANOBRA OFENSIVA DA 16ª BRIGADA DE INFANTARIA DE SELVA NO MAIOR EXERCÍCIO DO NA REGIÃO AMAZÔNICA

   

Tefé (AM) – No dia 15 de setembro, a 16ª Brigada  de Infantaria de Selva, “Brigada das Missões”, por meio de seus elementos de manobra e de apoio, iniciou as ações ofensivas para a retomada do "Delta Prometido" na Operacão Amazônia.




Tefé (AM) – No dia 15 de setembro, a 16ª Brigada de Infantaria de Selva, “Brigada das Missões”, por meio de seus elementos de manobra e de apoio, iniciou as ações ofensivas para a retomada do "Delta Prometido" na Operacão Amazônia.

A missão da Força-Tarefa (FT) Brigada das Missões iniciou com a marcha motorizada na direção Manaus (AM) - Manacapuru (AM),  em um comboio constituído de  57 viaturas, dois blindados e oito motos. No percurso, a 16ª Bda Inf Sl enfrentou resistência por parte do inimigo. Após o sucesso em  rechaçar o oponente, a FT realizou a junção e substituição das tropas da FT Aeromóvel.

Ao final do deslocamento, a FT Brigada das Missões ocupou uma zona de reunião próxima de Manacapuru, visando o isolamento e o investimento contra a cidade.

Fonte: 16ª Bda Inf Sl


























NAVIO TRANSPORTE FLUVIAL APOIA COMBATE A INCÊDIO EM CORUMBÁ (MS)

 Navio-Transporte Fluvial “Almirante Leverger” apoia combate a incêndio pontual em Corumbá (MS)

17/09/2020

FONTE: MARINHA DO BRASIL
Militares da Marinha, Corpo de Bombeiros
e Polícia Militar Ambiental atuaram em conjunto

O Navio-Transporte Fluvial “Almirante Leverger”, subordinado ao Comando da Flotilha de Mato Grosso (ComFlotMT), apoiou, na tarde de ontem (16), o combate a um incêndio pontual na vegetação na região do Porto da Manga, a 75 quilômetros de Corumbá (MS).
 
O navio está empregado na Operação “Ágata XII” e estava abarrancado para realização de patrulhamento e inspeção naval na região. Durante as atividades, os militares avistaram um incêndio na vegetação, que logo começou a se propagar na direção das casas da localidade.
 
Os militares do navio e da Polícia Militar Ambiental que se encontram embarcados ajudaram na retirada dos moradores de suas casas, encaminhando-os para o convés do navio, e controlaram o fogo na vegetação até a chegada do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul. Os militares permaneceram no local e atuaram, em seguida, em apoio à equipe de bombeiros militares.
 
O Comando do 6º Distrito Naval esclarece que o incêndio combatido não está relacionado a focos anteriores de queimadas no Pantanal.
 
 
Militares ajudaram na retirada dos moradores de suas casas









AERONAVES (ARP) SÃO INCORPORADAS A AVIAÇÃO PATRULHA DA FAB

 

Patrulha na Força Aérea Brasileira (FAB): o Primeiro Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (1º/7º GAV) – Esquadrão Orungan, com sede na Ala 12, incorporou o Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) – Heron I.

As modernas ARP’s, fabricadas pela Israel Aerospace Industries – IAI, denominadas na Força Aérea Brasileira como RQ-1150, são usadas por cerca de 20 países ao redor do mundo para dinamizar as operações de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento.

Foi publicada em 17 de outubro de 2018, a Portaria Nº 169/SCAD-30 do Comando de Preparo (COMPREP), criando o Grupo de Trabalho Sierra – GT Sierra, designando os militares responsáveis pela implantação e desenvolvimento da doutrina de operação desse vetor na Ala 12

O Comandante do 1º/7º GAV, Tenente-Coronel Aviador Marcelo de Carvalho Trope, o compartilhamento doutrinário entre os militares oriundos do GT-Sierra e do Esquadrão Orungan representa excelente oportunidade de desenvolvimento das atividades de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento.

O Esquadrão Orungan realiza diversas missões IVR com a aeronave P-3AM. Porém, a formação básica de seus tripulantes advém da Aviação de Patrulha. A criação de uma Esquadrilha IVR no 1º/7º GAV trará desenvolvimento do Esquadrão nessa vertente do emprego.


O compartilhamento de expertises com os Oficiais e Graduados oriundos da Aviação de Reconhecimento poderá representar inclusive uma melhor utilização dos sensores aeroembarcados na aeronave P-3 Orion, incrementando a capacidade do Esquadrão na obtenção e interpretação de imagens, bem como auxiliando a confecção dos relatórios oriundos das missões realizadas pela Unidade.

Por outro lado, os militares que atuavam no Grupo de Trabalho Sierra passam a contar com toda a estrutura administrativa e operacional de uma Unidade Aérea.

Além disso, os atuais operadores de equipamentos especiais do 1º/7º GAV também poderão ser utilizados no Quadro de Tripulantes do SARP Heron, compartilhando com os novos integrantes os conhecimentos adquiridos durante os 9 anos de operação da aeronave P-3AM no Brasil.

Fonte: AEROFLAP




terça-feira, 15 de setembro de 2020

Segunda fase do Exercício BVR é concluída em Anápolis (GO)

 Treinamento tem por finalidade promover o intercâmbio operacional entre operadores da aeronave F-5M, além de treinar táticas e técnicas em cenários de combate BVR.

A Ala 2 - Base Aérea de Anápolis (GO) sediou, entre os dias 23 de agosto e 5 de setembro, a segunda fase do Exercício Doutrinário que teve como foco principal o treinamento de missões de combate BVR (do inglês, Beyond Visual Range, ou seja, além do alcance visual). 

Participaram dessa fase do treinamento o Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) - Esquadrão Jaguar, o Primeiro Esquadrão do Quarto Grupo de Aviação (1º/4º GAV) - Esquadrão Pacau e o Primeiro Esquadrão do Décimo Quarto Grupo de Aviação (1º/14º GAV) - Esquadrão Pampa, Esquadrões Aéreos que operam a aeronave F-5M. O Exercício contou, ainda, com a participação do Segundo Esquadrão do Sexto Grupo de Aviação (2º/6º GAV) - Esquadrão Guardião e do Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA I) por meio do Centro de Operações Militares de Brasília (COpM-1), que realizaram o controle de voo das aeronaves durante os combates aéreos.

O Exercício tem por finalidade promover o intercâmbio operacional entre operadores de F-5M, treinar táticas e técnicas em cenários de combate BVR, além de permitir a integração entre pilotos e controladores da Força Aérea Brasileira (FAB). Todo o apoio logístico à operação das aeronaves envolvidas ficou sob responsabilidade do Grupo Logístico da Ala 2.

Para o Comandante da Ala 2, Coronel Aviador Gustavo Pestana Garcez, o Exercício alcançou todos os objetivos propostos. “O treinamento nesse cenário e a troca de experiências nesse tipo de missão são extremamente importantes para a manutenção do adestramento proposto pelo Comando de Preparo (COMPREP). O Exercício atingiu todos os objetivos propostos de maneira segura", declarou. 

“Ao concluir com sucesso mais uma fase do Exercício Doutrinário de combate BVR, temos a certeza que nossos pilotos de F-5M e controladores de voo estão mais bem capacitados e treinados para atuarem em prol da garantia da soberania do espaço aéreo brasileiro”, destacou o Comandante do 1º GDA, Tenente-Coronel Aviador Leandro Vinicius Coelho.


Fonte: Ala 2, por Cap Av Roberto Moura Bellini
Edição: Agência Força Aérea - Revisão: Major Monteiro

FONTE: NOTICIAS DA FAB


EM MANAUS (AM), NA ORLA DA PONTA NEGRA, BRIGADA DE INFANTARIA PÁRA-QUEDISTA FAZ LANÇAMENTO EM MASSA D´ÁGUA

 Manaus (AM) – A Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt) realizou ensaios de salto em massa d’água ao longo da praia da Ponta Negra, principal balneário de Manaus, na manhã de 12 de setembro. Na ação, 60 paraquedistas saltaram de uma aeronave em direção às águas do rio Negro, onde equipes de resgate ficaram responsáveis por auxiliar os “boot marrons” a ingressar dentro de lanchas voadeiras, comuns na região amazônica. Ao todo,111 militares da brigada foram empenhados na atividade.



Desde as primeiras horas da manhã, 157 integrantes do Exército iniciaram as manobras com veículos em direção ao Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia (CECMA) na avenida Coronel Teixeira, no bairro de Ponta Negra, na zona oeste da capital amazonense. Foram utilizadas 12 lanchas e duas embarcações do tipo ferry boat para retirar os paraquedistas da água. Os saltos tiveram início por volta das 9h15, pelo horário de Manaus, e aconteceram a partir de um avião modelo C-105 da Força Aérea Brasileira (FAB).

Os lançamentos foram divididos em dois grupos de 30. Em cada uma das duas decolagens, foram executadas quatro passagens sobre a área demarcada para o salto, sendo três delas feitas com oito paraquedistas, e a quarta, com os seis militares restantes. Além da Bda Inf Pqdt, sediada no Rio de Janeiro, estiveram envolvidos o CECMA e o 1º Batalhão de Infantaria de Selva - Aeromóvel. Por volta das 10h30 as atividades foram encerradas.

Parte da Operação Amazônia, a atividade realizada na manhã do sábado foi acompanhada de perto pelo Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, acompanhado pelo Comandante da Bda Inf Pqdt, General de Brigada Helder de Freitas Braga, a bordo de uma embarcação à margem do espaço de operação. A autoridade observou o desenvolver do adestramento, prestando atenção aos mínimos detalhes.

Espectadores

Na orla da praia, banhistas que passeavam e tomavam banho na Ponta Negra depararam-se com o inesperado espetáculo a céu aberto. Entre os admiradores, estava o fuzileiro de Infantaria aposentado Jasiel Nascimento, de 52 anos. Ele levou a família para prestigiar esse momento, que considera uma forma de criar nos familiares o sentimento cívico que as Forças têm a oferecer. "É uma demonstração de força e poder, mostrando que o Exército está sempre na vida dos amazonenses, principalmente nas regiões ribeirinhas", complementou Jasiel. Mesmo na reserva, o fuzileiro de carreira não esconde o sentimento de ser militar: "Quando se trata das Forças Armadas, somos todos irmãos".

Outro par de olhos atentos ao céu era o de um menino sonhador. Asafe Rodrigues, de 11 anos, nunca entrou em um avião ou helicóptero, mas desde pequeno, traz no coração a vontade de ser piloto das Forças Armadas e servir a seu país. Com o grande desejo de saltar de paraquedas, renovado após presenciar a ação dos paraquedistas, ele sentiu a certeza de querer ser militar. "Senti que queria fazer o que eles fazem e que algum dia eu vou contribuir com isso", concluiu o garoto.

Entre os 60 paraquedistas que saltaram no rio Negro, a 3ª Sargento de Saúde Hevelin Portela, de 28 anos, destacou-se. Única mulher entre os militares que foram lançados à massa d’água, ela acumula 14 saltos nos cinco anos em que já serve ao Exército Brasileiro.

Hevelin lembra, com emoção, quando, ao entrar na Força, raspou a cabeça por opção própria, como forma de mostrar desapego a uma das características mais comumente associadas às mulheres: a vaidade. Além do exemplo humano, a sargento é também uma mostra de que o Exército Brasileiro tem recebido com respeito e dignidade qualquer integrante, sem distinção.



Operação Amazônia

Considerado o maior exercício de adestramento militar realizado na região, a Operação Amazônia conta com aproximadamente 3.300 participantes de seis Comandos Militares de Área, com encerramento previsto para o dia 23 de setembro. Durante todos esses dias, vários municípios devem ser visitados pelos militares como forma de manter a efetividade operativa das tropas.

Além do efetivo militar empregado, um grupo de oito participantes do Estágio de Correspondente de Assuntos Militares (ECAM) acompanhou as atividades de perto, tendo a oportunidade de conhecer os bastidores dos trabalhos realizados pelo Comando Militar da Amazônia durante a operação.

Oito dos 20 estagiários, sendo quatro jornalistas formados e mais quatro estudantes de Comunicação Social, acompanharam, em três frentes, tudo o que foi desenvolvido no adestramento do sábado passado. O resultado está disponível nessa matéria escrita, além de reportagens produzidas para rádio e material audiovisual para o canal do CMA no Youtube.

Fonte: ECAM/CMA