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terça-feira, 29 de novembro de 2022

O GENERAL VILLAS BOAS SAI EM DEFESA DE GENERAIS CITADOS POR JORNALISTA!!


 O GENERAL VILLAS BOAS DEFENDE GENERAIS 

EM SUA REDE SOCIAL O GENERAL ESCREVE:

" Fui supreendido por fake news tentando difama a imagem de três generais do allto Comando do Exército. Trata-se dos Generais Tómas, Stumpf e Richard. Por coincidência, dos três participei da formação e ao longo da carreira os tive como subordinados. Observei o desempenho em missões criticas que enfrentaram. Posso atestar, portanto a higidez de caráter, a coragem e a lealdade, tanto pessoal como a que devotam às normas que regem a instituição Exército. Nesse momento extremo que a nação atravessa é imprescindível que a sollidez das estruturas do Exército sejam preservadas. A história ensina que sempre essas condições foram negligenciadas, produziu-se catástrofes para ela própria e para a Nação. Nossa força, em algum momento, pode ser instada a agir. Vamos, portanto, assegurar a tranquilidade necessária para a tomada de decisões por partes dos nossos chefes".

General Villas Boas


Fonte: Via sua página no twitter.

EXERCITO BRASILEIRO GANHA 7 MILHÕES DE SEGUIDORES!!!


EXERCITO BRASILEIRO GANHA 7 MILHÕES DE SEGUIDORES!!!




Exército Brasileiro ganha 7 milhões de seguidores em meio a atos contra o novo governo das eleições de 2022. 
15,5 milhões de seguidores se inscreveram nas redes sociais do EB. enquanto, nos EUA, possui  10,4 milhões de pessoas que estão seguindo atualmente.
Foi um levantamento feito pela consultoria Bites, esses dados foi divulgado pelo Jornal O GLOBO, aponta que os perfis das redes sociais foram beneficiadas pela onda de manifestação no país pelos conservadores que são contra o resultado das eleições que beneficiou o Lula do PT.
Conforme com a pesquisa as Forças Armadas possuem os seguintes numeros de seguidores: 
A Marinha, hoje tem aproximadamente 4,8 milhões de seguidores, passou a ter 749 mil desde o dia 30 de outubro período que ocorreu o segundo turno. Já a Aeronáutica teve um crescimento de 700 mil seguidores, atualmente possui 4,6 milhões de seguidores. O número mais expressivo foi o Exercíto Brasileiro, que ganhou um número de 7 milhões desde o fim das eleições. A base da rede é atualmente de 15,5  milhões de pessoas que seguem o Exercíto atualmente.

Desta forma, o mundo precisa saber que tem um povo no planeta, que não se cala diante de uma tomada de poder pelo comunismo no Brasil.


  

domingo, 28 de agosto de 2022

 

São Paulo recebe maior exercício em Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica da história

A operação reuniu civis e militares na segurança do Programa Nuclear da Marinha


Após uma semana de intensos treinamentos, terminou no último dia 26, o maior adestramento nuclear, biológico, químico e radiológico realizado na região do municipio de Ipero a 34 km de distancia de Sorocaba - SP. O exercício foi coordenado pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e pelo Centro de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica da Marinha do Brasil (CdefNBQR-MB) e contou com a participação de diversas unidades da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) e da Agência Naval de Segurança Nuclear e Qualidade (AgNSNQ), que utilizou o Sistema do Centro de Acompanhamento de Respostas a Emergência Nucleares e Radiológicas Navais (SISCARE), possibilitando o acompanhamento em tempo real de todos os eventos realizados.


A participação de todas as organizações envolvidas permitiu o objetivo alcaçado com o exercício que foi de aprimorar a capacidade de resposta integrada a emergências no Centro Experimental Aramar (CEA), bem como pôde reuniu os diferentes níveis e setores do Sistema de Defesa NBQR da Marinha do Brasil, para a manutenção da segurança do Complexo em que são desenvolvidas as etapas do Programa Nuclear da Marinha (PNM). 

Programa Nuclear da Marinha é desenvolvido por civis e militares das diferentes organizações da Diretoria Geral do Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM). Assim, houve uma forte interação entre os trabalhadores civis do Centro Experimental Aramar (CEA) e os fuzileiros navais, que atuaram juntos em uma série de eventos planejados. Participaram do treinamento 600 militares de diversos setores da Marinha - Batalhões de Defesa NBQR do Rio de Janeiro e de Aramar, Unidade Médica Expedicionária da Marinha (UMEM), Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais (BtlBldFuzNav),  Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (BtlOpEspFuzNav), Comando Naval de Operações Especiais (CoNavOpEsp), entre outros - e cerca de 300 funcionários civis de diversas áreas - operações, engenharia de segurança e todos que compõem o Plano de Emergência Geral do Complexo.

Para o Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Vice-Almirante (Engenheiro Naval) Guilherme Dionizio Alves, o exercício marcou uma importante mudança de paradigmas no que diz respeito à segurança e proteção das pessoas e instalações do CEA “a participação do CFN é essencial para tratarmos a questão do ‘Safety and Security’. Esse evento mostrou que é possível operarmos de maneira bem-sucedida com diversos setores em prol do  Programa Nuclear da Marinha”, destaca.

Essa integração demandou coordenação entre todos os envolvidos, desde a fase de planejamento até a sua execução, reunindo as práticas já existentes no CTMSP com as especificidades da atuação da FFE. De acordo com o Comandante do CDefNBQR-MB, Capitão de Mar e Guerra (Fuzileiro Naval) Flavio Lamego Pascoal, “a ativação do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais permitiu a integração das capacidades de resposta disponíveis de ambos. Fato que proporcionou sinergia e possibilitou o aprimoramento de procedimentos”.

Segundo o Mestre em Tecnologia Nuclear Ricardo Gonçalves Gomide, assessor para o ciclo de combustível nuclear e coordenador do Plano de Emergência Local de Aramar, que trabalha há mais de 35 anos no Projeto Nuclear da MB, “culturas operacionais distintas trabalharam em harmonia e fizeram exercícios complexos sem nenhum incidente ou conflito, mostrando assim suas capacidades técnicas”. Para Gomide, a troca de experiências foi o grande ganho do exercício “o aprendizado foi geral, nós (civis) aprendemos técnicas, mecanismos, dispositivos e infraestruturas de combate a emergências, assim como os militares da FFE verificaram os recursos disponíveis em Aramar, de forma operacional e não apenas como uma visita”.

No Centro funcionam sete unidades de operação, dentre eles o Laboratório de Geração Nucleoelétrica (LABGENE) - concebido como um protótipo em terra dos sistemas de propulsão que serão instalados no futuro Submarino Convencional com Propulsão Nuclear Brasileiro - e a Usina de Hexafluoreto de Urânio (USEXA), onde é convertido o minério beneficiado de urânio (yellow cake) em hexafluoreto de urânio (UF6) gasoso, que é uma das principais matérias-primas para a produção do combustível nuclear.





Os tipos de emergências que podem ocorrer no Complexo vão desde as industriais (vazamentos de substâncias químicas) até as radiológicas (disseminação de material radioativo) e nucleares (fissões nucleares). Durante o exercício, foram simulados cinco grandes eventos que possibilitaram uma gama de treinamentos com foco na segurança da área, de pessoal e instalações. Assim, foram planejadas ações de patrulhamento ostensivo, a pé e com viaturas blindadas PIRANHA IIIC; controle de distúrbios com o emprego de armamentos menos letais; operações de vigilância e reconhecimento com aeronaves remotamente pilotadas (ARP); e planejamento de defesa antiaérea com reconhecimento de posições de tiro para os mísseis superfície-ar.

Equipes especializadas em Desativação de Artefatos Explosivos (DAE), do Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais, realizaram operações com o apoio do robô de desativação operado remotamente “Rover Defender”. A UMEM estabeleceu uma Unidade Avançada de Trauma (UAT), conectada via satélite ao Hospital Naval Marcílio Dias, pelo recurso da telemedicina. Cães de guerra foram empregados em atividades de polícia e de detecção de explosivos e entorpecentes. Análises de amostras foram coletadas e enviadas ao Laboratório Móvel do CDefNBQR-MB.

O CoNavOpEsp estabeleceu um destacamento de Defesa Cibernética e o BtlOpEspFuzNav desenvolveu ações de retomada de instalações e resgate de reféns com o Grupo Especial de Retomada e Resgate. 

O Batalhão Logístico de Fuzileiros Navais e a Base de Fuzileiros Navais da Ilha das Flores asseguraram o deslocamento e a montagem de base expedicionária para 500 militares e cerca de 50 veículos trazidos do Rio de Janeiro.


Fonte: AGÊNCIA MARINHA DE NOTICIAS

Texto: Segundo-Tenente (RM2-T) Thaís Cerqueira - Iperó, SP

Foto: 1SG(FN-ET) Rocha, 1SG(FN-EG) Allan Theodoro, 2SG (FN-IF) Thiago Lima, e 3SG (FN-IF) Dos Anjos.