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terça-feira, 16 de agosto de 2016

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Após o treinador do Medalhista de prata Arthur Zanetti, o senhor Marcos Goto, fazer duras criticas ao gesto de imitar os militares prestando continência a bandeira, o seu treinador irou-se em afirmar: ´Que é muito facil pegar o atleta pronto, quero vê apoiar a criança até chegar lá. O dia em que os militares apoiarem iniciação esportivas, apoiarem treinadores, aí vou tirar o chapeu. Por enquanto não.´ Afirmou o treinador.
 Com 145 atletas, as Forças Armadas têm 30% dos esportistas brasileiros na Olimpíada. A meta é conseguir dez medalhas. Sete já foram conquistadas.

domingo, 15 de maio de 2016

EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO COMUNISMO NO BRASIL – PARTE III –





QUARTEL DA POLICIA (EM NATAL) 

1. RAÍZES DO LEVANTE

2. DIAS DE LUTO PARA O BRASIL 
a. Desgoverno Bolchevista - Em NATAL Antecipando-se de quatro dias à data prevista nos planos comunistas, o movimento eclodiu em NATAL - RN, sábado, 23 de novembro de 1935. Alguns sargentos, cabos e soldados rebelados, no 21º Batalhão de caçadores tiraram partido do meio expediente e, com o auxílio de civis extremistas, prenderam o oficial-de-dia, apoderando-se do armamento e munição existentes. O Governador do Estado e seus auxiliares ao tomarem conhecimento da revolução, refugiaram-se no Consulado do CHILE. O Coronel JOSÉ OTAVIANO PINTO SOARES, comandante do Batalhão, sem meios para reagir procurou o quartel da Polícia Militar, onde, juntamente com seu comandante, o Major LUÍS JÚLIO, organizaram heróica resistência até a manhã seguinte quando foram obrigados a render-se por falta absoluta de munição. Cassada a última resistência, a cidade caiu inteiramente nas mãos dos comunistas. O "COMITÊ POPULAR REVOLUCIONÁRIO", que por três dias dirigiu o RIO GRANDE DO NORTE, tinha como Ministro do Interior o funcionário LAURO CORTEZ LAGO, cérebro da revolta; Ministro da Defesa, o sargento QUINTINO CLEMENTINO DE BARROS, da Banda de Música do 21º BC; Ministro do Abastecimento, o sapateiro JOSÉ PRAXEDES DE ANDRADE; Ministro das Finanças, o 6 funcionário dos Correios e Telégrafos, JOSÉ MACEDO; Ministro da Viação, o estudante JOÃO BATISTA GALVÃO. Por outro lado, assumiram o comando da Guarnição Federal e do 21º BC, respectivamente, o sargento ELIZIEL DINIZ HENRIQUES e o cabo ESTEVÃO. Cenas impressionantes ocorreram nessa ocasião. No dizer de ENOQUE GARCIA, "começou a caça aos automóveis e caminhões públicos e particulares para as farras sangrentas da turma que praticou violência em todos os matizes. Três dias e três noites de horror e desespero viveu a população pacata de NATAL, constrangida a assistir, inerte, a dramaticidade dessas horas trágicas. Saques, estupros e arrombamentos sucederam-se. Os cofres do Banco do Brasil, da Delegacia Fiscal e da Recebedoria de Rendas, depois de abertos a maçarico, foram esvaziados. Segundo posterior depoimento do Ministro da Viação, o povo de NATAL topou a revolução por pura farra. Saquearam o depósito de material do 21º BC e todos passaram logo a andar fardados". Visando a conquistar o restante do Estado, os vermelhos organizaram-se em três colunas, chegando a ocupar as localidades de CEARÁ-MIRIM, BAIXA VERDE, SÃO JOSÉ DO MIPIBU, SANTA CRUZ e CANGUARETAMA. A contra-revolução veio do interior. O chefe político do município de SERIDÓ, DINARTE MARIZ, mais tarde Governador do Estado, reuniu uma força de sertanejos escassamente armados e conseguiu surpreender e dizimar a principal das três colunas, na SERRA DO DOUTOR. Ao mesmo tempo, o "COMITÊ POPULAR" tomava conhecimento do fracasso da revolta em PERNAMBUCO e dos preparativos do 20º BC, de ALAGOAS, juntamente com a Polícia Militar da PARAÍBA, para invadir o Estado. Não havia mais esperanças de reforços. Só restava debandar... E os componentes do "único governo comunista que se implantou no BRASIL" abandonaram NATAL, atabalhoadamente, carregando consigo a vultuosa quantia de três mil contos subtraídos dos cofres arrombados. Tropas do Exército e das Polícias Estaduais capturaram em pouco tempo todos os implicados, que passaram a responder perante a justiça por quase vinte mortes. Triste e inglório epílogo. 

sábado, 30 de abril de 2016

EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO COMUNISMO NO BRASIL (PARTE II)



VITIMA DO COMUNISMO NO BRASIL
Continuação:
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C. O Falso "Cavaleiro da Esperança" 
Luís Carlos Prestes adquiriu renome nacional após a revolução de 1924, quando chefiou um grupo de revolucionários que percorreu, durante três anos, sempre perseguido por tropas legalistas, grande parte do território brasileiro, integrando a coluna que acabaria tomando seu nome. Dessa façanha derivou-lhe o cognome de "Cavaleiro da Esperança". Após a referida aventura, Prestes declinou tristemente para o abismo ideológico. Já na Bolívia, onde sua coluna derrotada internou-se, foi procurado, em Porto Suarez, por Astrogildo Pereira, um dos dirigentes fundadores do PCB, do qual recebeu, após longas conversações, várias obras de doutrinação marxista-leninista. A semente estava lançada. Em 1930 alguém lembrou o nome de Luiz Carlos Prestes para a chefia militar da revolução. Convocado de Buenos Aires, onde se encontrava, entrevistou-se demoradamente com Getúlio Vargas e Osvaldo Aranha. De regresso à Argentina, Preste lançou um manifesto no qual condenava a revolução que se articulava e fazia nova profissão de fé, aderindo ao comunismo. Mais tarde, em 1931, os agentes soviéticos Marx e Olga Pandarskye, convenceram-no a seguir para a URSS, a fim de melhorar sua educação comunista. Durante alguns anos realizou cursos de liderança e capacitação marxista-leninista em Moscou, chegando a ser eleito membro do Comitê Executivo do COMINTERN. Regressou ao Brasil, em abril de 1935, para assumir a liderança do movimento comunista, tornando-se ainda o Presidente de Honra da Aliança Nacional Libertadora e mentor da intentona que se preparava. Transformou-se em fanático do credo vermelho, abdicando de seus próprios sentimentos nacionalistas, em nome dos quais desfraldara a bandeira de rebeldia e que lhe dera, anos atrás, o cognome que não passou de uma legenda. Tal fato seria comprovado em 1946, quando, já anistiado e Senador da República, Prestes declarou no Senado Federal: "CASO O BRASIL ESTIVESSE EM GUERRA COM A UNIÃO SOVIÉTICA, JAMAIS PEGARIA EM ARMAS CONTRA ESTA". 
D. As Ideologias
As Ideologias Extremadas dos Anos 30 No Brasil, como no resto do mundo, durante a década de 30, degladiavam-se duas correntes ideológicas, carregadas de antagonismos irreconciliáveis, provindas de modelos europeus: o Comunismo e o Fascismo. O Fascismo, traduziu-se, em nosso país, desde 1932, pelo Movimento Integralista, liderado pelo escritor Plínio Salgado. Enquanto o Comunismo procurava conquistar o proletariado, o Integralismo voltava-se para a classe média. A trilogia "Deus, Pátria e Família", que lhe servia de lema, adequava-se bem ao espírito dos brasileiros. Apesar do elevado desígnio de oferecer barreira à infiltração vermelha, angariando a simpatia de várias correntes cristãs e atraindo altos dignatários da Igreja, do Governo e das Forças Armadas, o movimento fundamentava-se, à semelhança do comunismo, em concepção totalitarista: um chefe e um partido únicos. Sua simbologia imitava os padrões de Hitler e Mussollini: camisa verde, saudação 4 "anauê" e as demonstrações militarizadas, convertidas em desfiles e paradas. Não teve longa existência. Esgotou-se em maio de 1938, no golpe frustado contra o Palácio Guanabara, na tentativa de depor Getúlio Vargas. O Comunismo, revigorado pela adesão de Prestes, conseguiu grande expansão, infiltrando-se inclusive nas Forças Armadas. Nestas, vários jovens oficiais, em geral doutrinados desde seus tempos acadêmicos e insatisfeitos com os rumos da Revolução de 1930, passaram-se às fileiras vermelhas, seduzidos pela personalidade do líder e pelas falaciosas fórmulas de renovação política e social, oferecidas nas resoluções do PCB. 
E. Aliança Nacional Libertadora (ANL) 
- Sombra do PCB À medida que o PCB crescia aumentavam as dificuldades. Os atritos com o integralismo multiplicaram-se, gerando muitas vezes choques sangrentos. Em conseqüência, sentiram os líderes do PC a necessidade de criar uma Frente ostensiva, mascarando a base ideológica e permitindo o trabalho político legal para a conquista do Poder. Resolvidos a tomar a ofensiva, fundaram, em 30 de março de 1935, a Aliança Nacional Libertadora, organização de fachada, dentro da pura técnica das frentes-unidas que, em todos os países, constituem verdadeiras filiais do Partido Comunista. Assim a ANL não expressava somente o antifascismo como apregoava; na verdade constituía uma Frente. Embora nem todos os aliancistas fossem obrigatoriamente comunistas, a orientação e as decisões eram formuladas integralmente pelo PCB. PRESTES, ACLAMADO PRESIDENTE DE HONRA DA ANL, DECLAROU: "TOMAMOS O ÚNICO CAMINHO QUE NOS PODERÁ LEVAR AO PODER SOVIÉTICO E AO SOCIALISMO". Em discurso proferido no VII Congresso da 3ª Internacional, o delegado holandês Van Mine, membro do Comitê Executivo do COMINTERN e relator dos assuntos relativos à América do Sul disse: "Devo expor a todos os camaradas que se interessam pelo desenvolvimento e expansão do comunismo na América Meridional que no Brasil já existe uma ampla e bem organizada associação, denominada Aliança Nacional Libertadora, da qual já participa grande número de oficiais do Exército e da Marinha Brasileira. Essa associação foi criada sob a orientação secreta, mas direta, do Partido Comunista do Brasil, segundo as instruções confidenciais recebidas da Liga Soviética em Montevidéu. Essa Aliança segue cegamente as ordens do nosso bravo camarada Prestes, que foi em numerosos comícios públicos, realizados no Brasil, aclamado como seu chefe absoluto e Presidente de Honra".
 FAs Ordens Vinham de Moscou
As Ordens Vinham de Moscou Antecedendo-se à criação da ANL, em fins de 1934 as Conferências Comunistas da Grande Ásia e da América Latina, já haviam deliberado desferir a revolução comunista no Brasil, mesmo sem condições ideais para a eclosão. A decisão foi tomada por sugestão do russo Manuilsky e de delegados brasileiros, que acreditavam ser preferível uma ação rápida e violenta a uma demorada ação subversiva. 5 Para preparar e dirigir o movimento armado, o COMINTERN enviou o agitador internacional Artur Ernest ou Harry Berger, ex-deputado comunista do Parlamento da Alemanha, processado em seu país natal por alta traição. Além dele chegaram Rodolpho Guioldi, Secretário Geral do PC Argentino, Leon Jules Vallée e outros. Aproveitando-se da cobertura fornecida pela ANL, da assessoria estrangeira e do regresso de PRESTES, o PC entrou em fase de grande movimentação: intrigava, conspirava, aliciava em todos os setores; realizava infiltrações em sindicatos e, particularmente, nos quartéis... em sua tática de jogar uns contra os outros, o esquema nacional da agitação ordenou que, em SÃO PAULO e no RIO GRANDE DO SUL, a ANL pregasse o separatismo; no RIO DE JANEIRO, que mobilizasse a opinião pública contra os separatistas paulistas e gaúchos; enquanto no norte e nordeste, realizasse protestos contra os reconhecidos privilégios do Sul. A técnica subversiva despertou a atenção das autoridades. A 11 de julho de 1935, o Governo determinou o fechamento da Aliança Nacional Libertadora e a dissolução de outras frentes congêneres: "UNIÃO FEMININA DO BRASIL" e a "ALIANÇA POR PÃO, TERRA E LIBERDADE", passando os comunistas a enfrentar crescentes dificuldades em suas atividades de agitação e propaganda. Apesar de tudo, o COMINTERN exigia ação. PRESTES, premido entre dois fogos, deu a palavra de ordem da revolução. Em novembro desencadeou-se a tresloucada intentona que, apesar de sua efêmera duração, manchou com o sangue generoso de numerosos brasileiros algumas páginas tristes da História Pátria. 


(CONTINUA)...

quinta-feira, 28 de abril de 2016

EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO COMUNISMO NO BRASIL



VÍTIMAS DO COMUNISMO NO BRASIL

1. RAÍZES DO LEVANTE 
a. O Nascimento do PCB 
Quem desejar compreender os acontecimentos dramáticos de 1935 terá que voltar algumas páginas de nossa história política e rememorar as origens do movimento comunista no Brasil. 

Após a Revolução Russa de Outubro de 1917, intensificou-se no mundo inteiro a onda ideológica marxista-leninista, antes mesclada às manifestações do anarquismo e do materialismo, sem grande expressão. Em nosso país, embora desde 1918 várias tentativas fossem registradas, somente em 1922 conseguiu o comunismo organizar-se. Em março daquele ano realizou-se no Rio de Janeiro o Congresso Constitutivo do Partido Comunista, que logo aderiu ao Movimento Comunista Internacional, aceitando as 21 condições de admissão à Terceira Internacional, também conhecida por COMINTERN. Esta central de subversão, fundada por Lenin em 1919, passara a ser a pedra angular da política exterior soviética, através da qual Moscou, impondo disciplina férrea, dirigia as atividades comunistas do mundo inteiro. Dentre as 21 condições, a 6ª merece destaque especial, como expressão do fanatismo ideológico que o COMINTERN procurava engendrar nas organizações que dirigia: "TODOS OS PARTIDOS COMUNISTAS DEVEM RENUNCIAR NÃO SOMENTE AO PATRIOTISMO, COMO TAMBÉM AO PACIFISMO SOCIAL..." Iniciava-se, assim, o comunismo no Brasil, negando a índole pacífica do povo e a noção de Pátria, tão arraigados em nosso Caráter Nacional. 
b. Os Primeiros Tropeços 
O PC, nos primeiros anos de atividade, desenvolveu intensa infiltração, procurando agitar principalmente os meios operários. A reação legal determinada pelo governo, consciente dos objetivos perniciosos do movimento e, mais tarde, as correntes de "direita", inspiradas na versão crioula do fascismo em ascensão na Europa, começaram a neutralizar a ação vermelha que não conseguiu obter o apoio popular desejado. Sob a ameaça de desagregação, o PCB sentiu a necessidade de atrair um líder, que pudesse polarizar a administração das massas e que revestisse o movimento da áurea de autenticidade. Nessas circunstâncias, entre os nomes lembrados destacou-se o do ex-capitão do Exército Luís Carlos Prestes.  (Continua...)

quinta-feira, 10 de março de 2016

sexta-feira, 4 de março de 2016

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

NA HISTORIA

Sabe o que ACONTECEU no dia 1º de fevereiro de 1974?
O maior incêndio da historia do Brasil. 
Um mil quatrocentos e cinquenta militares do Corpo de Bombeiro de São Paulo, e dois mil Guardas de Transito da policia Militar, foi esse o efetivo mobilizado que não conseguiu salvar os 185 mortos naquela tragedia. Aparentemente sem equipamentos individuais, ainda assim, muitas vidas foram salvas e muitos heróis foram
agraciados pelo seus atos de bravura.

  


VEJA O VÍDEO.da época

domingo, 3 de janeiro de 2016





Sabe quanto valeu a festa do Réveillon em Copacabana? Enquanto muitas pessoas agonizavam em fila de hospitais a prefeitura do Rio pagou R$ 800 mil (oitocentos mil reais) a Zeca pagodinho.

A crise econômica que tem atingido o pais não parece ter afetado os preparativos realizados para a festa do réveillon. Ao menos ao que foi pago ao cantor Zeca Pagodinho, que fez o show principal da virada de ano novo na praia de Copacabana. Conforme foi descrito no Diário Oficial do município, a prefeitura pagou o equivalente a R$ 800 mil reais a empresa que organiza as apresentações do sambista.
 
 
-VIVA O BRASIL, FELIZ ANO NOVO.